segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

ALEA JACTA EST.- PARTE IV

O DIÁRIO DE AZAZEL – PÁGINAS 1737 – 1741


Boa Noite Diário...
Como assim finalmente reparei que você existe?
É impressão minha ou estou sentindo uma pequena dose de ressentimentos entre nós?
Eu não te dou atenção?
Não fale assim, não tenha ciúmes de Rosa e nem dos Compadres, você sabe que meu coração é grande e cabe todos, aliás, eles não têm de ciúmes de você, mesmo sabendo que eu divido contigo as coisas santas e profanas de meu cotidiano entediante aqui nas Terras Poluídas do Distrito Industrial...
Em fim, meu caro!!! desde que estou aqui tudo mudou para mim, mais isto será tema de novos escritos nas linhas de teu corpo belo em tempos futuros, agora quero lhe contar de uma visita que recebi nos estágios do dormir-sonhar-acordado.
Eu havia tomando aquela bebida verde irmã da azul (e ainda não tomei a dos vampiros, a vermelho sangue – já sei trocadilho sem graça!!!).
Realmente meu pequeno Magistellus, ela faz jus ao apelido:
Meu querido... Pare de reclamar de cócegas e preste atenção!!: ....
....Ele chegou sem convite,  como se dono da casa fosse, sentou-se no sofá, ajeitou-se, pegou minha carteira de cigarros em cima do banquinho plástico verde oliva, retirou um, acendeu e começou a fumar, soltando golfos de fumaça tóxica.
Após uns tragos, passou a ri cinicamente, e, comentou – este sempre me faz fazer horas extras..
Parou de repente, levantou-se, atravessou o pequeno corredor chegou até cozinha onde fica a geladeira branca, abriu a porta, puxou  a gaveta embaixo do congelador e pegou uma bebida, leu o nome na embalagem, elogiou a cor - verde é a minha cor predileta, apesar do senso popular achar que fico melhor de pretocomentou:  Spirit nome apropriado - bebeu um gole e voltou à sala trazendo consigo a latinha gelada de bebida.
Sentou-se novamente no sofá, pegou o controle remoto da tv e colocou no canal de noticias: Rompimento de Barragem em Mariana; ISIS assume atentado em Paris; Imigrantes se afogam nas costas da Europa; Cinco Jovens morrem em acidente ao voltarem de festa formatura; Traficante é morto em confronto com a Policia; Mulher; criança são atingidas por balas perdidas.... as noticias iam sendo debulhadas como um espiga de milho, Ele riu de novo e disse:  mais horas extras preciso pedir um aumento.
Eu continuei extático, sem saber o que fazer, ele notando meu constrangimento, ficou sem jeito, quase que ruborescido olhou-me com piedade e finalmente falou: desculpe minha falta de cerimônias, somos tão íntimos, te acompanho desde o exato momento em que foste concebido no útero de tua mãe, que achei que não precisaria pedir licença para entrar na sua casa, pois na sua vida, estou presente, apesar de você fingir que não me notasuas palavras foram piores que sua entrada repentina, pois, ele mim, era estranhamente familiar, mas, ao mesmo tempo completamente desconhecido.
Bebeu mais gole de Spirit e disse  - Deveria ter vindo a caráter, mas os estilistas dos estúdios não têm bom gosto quando se trata de me vestirem, alias, capuz preto e foice na mão é muito démodé, nem na idade média tais coisas cairiam bem em alguém. Meu nome é Oníkò[1].
Onde havia ouvido tal nome?
Porque sabia que o conhecia tão bem, e, ao mesmo tempo, que nada sabia sobre ele?
Pare - disse ele e continuou – Calma, existem elas também, aliás, nos tempos modernos não é politicamente correto, dar um sexo, cor, ou inclinações ao emissário de Ikú[2], pois pode ser tomado como intolerância e preconceito. Nós os emissários, os Ceifadores não fazemos distinção alguma no nosso trabalho, não nos importa as condições sociais, opções sexuais, os credos religiosos ou as filosofias de vida, pra nós tanto faz se for branco, negro, amarelo ou vermelho, macho, fêmea, ou hermafrodita, baixo, alto, magro, gordo, feto, criança, adolescente, adulto, velho... Ceifamos a todos para que se cumprir o O[3]. Alias como você vive pregando que Bruxaria é toponímica,  usarei termos da sua língua cultural ancestral no nosso papo, assim você toma vergonha na sua cara e deixa essa síndrome de vira-lata nacional, essa mania de conhecer a cultura, religião e corpus prático de feitiço de fora e não dá o devido valor ao que está abaixo de seus pés.
Fiquei aterrorizado, pelo que estava entendendo, aquela não era uma pessoa comum, ou melhor, não era uma pessoa de jeito algum e era o Ceifador de Ikú e sua presença ali comigo só podia significar uma coisa, e eu definitivamente não estava pronto para essa coisa - como a maioria de nós nunca esta e não se apercebeu que essa coisa esta sempre pronta para nós - Eu suava frio, meus olhos quase que saltando das órbitas, meu coração acelerava, minhas pernas tremiam, meus dentes rangiam, ele se divertia com isso, podia ver como ele achava aquilo engraçado.
Balbuciei – é...a minha... !!!!!!-  ele não me deixou terminar, colocou seu dedo frio nos meus lábios e uma calma repentina se abateu sobre mim, um cheiro de rosas amarelas impregnou todo o ambiente, sinal de que eu não estava sozinho - Rosa estava ali comigo -  nesse encontro e disse-me: sente-se – obedeci.
Não sei quanto tempo passou-se, ele ali em silencio me olhando já não mais com olhos de diversão, mas com olhar de complacência e piedade.
Finalmente quebrando o silêncio disse – Não vim ceifar teu emi[4] e nem te levar para Òrun[5].
De pronto respondi - Mas então você é o Ceifador de Ikú, e não deveria ser visto por ninguém vivo, Ifá[6] diz que somente aqueles que estão com seus dias contados no àiyé[7], pode senti-lo.
Ele viu minha ansiedade e procurando uma forma de me acalmar – Em um momento atemporal habitei Àiyé era um Bàbálawo[8], trabalhei  como assistente de Onípìpín Orun[9], por isso sabia a hora que cada homem encerraria seu ciclo[10] no Àiyé e por isso  quando cessou meus dias, recebi no Òrun[11] a missão de ser um dos Ceifadores de Ikú,  eu não sou a Morte, sou apenas um mensageiro, um ceifador, um Coletor. – Parou, pegou fôlego e continuou -  Cada ser nasce com seu destino traçado por Olórun e somente ele sabe a hora certa e o destino de cada um, eu apenas coleto as almas para o Òrun, faço a intermediação e há muitos e muitas como eu, o nome e a crença pode mudar, a cor da pele e os hábitos culturais podem ser diferentes, mas a nossa missão é igual para todos sem distinção.
Pasmo com a descoberta, não resistir à curiosidade e ele como bom e velho Bàbálawo, adivinhou minha próxima pergunta você quer saber o que é a morte?- e prosseguiu - Morte e Vida é um casal e gera nascimento, morte é o destino certo de tudo que é vivo, a morte deve ser vista como um processo natural e inerente a tudo que é vivo, pois ela está ao nosso lado o tempo todo e não se pode viver com medo da morte, mas também não se pode ignora-la, isso é burrice, fingir que ela só passa nas casas alheias é tolice, achar que ela nunca vem para nós é autoengano tomou ultimo gole de Spirit e prosseguiu - Preste atenção no seu dia, observe como você vive, quase que inconscientemente evitando Morte, você passa o dia tentando se livrar dela, quer um exemplo? Você atravessa a rua com cuidado, olhando para os lados, pois se vacilar, ela vem e te pega na forma de atropelo...  Morte é assim, ela espreita e pode te abraçar de forma violenta ou simples, no sono ou na dor. Mas ela não faz isso por mal, isso é sua natureza, ela apenas cumpre sua missão, Ikú é o Orixá que desce em toda cabeça sem distinção, aprenda e compreenda que mais cedo ou mais tarde, morte se deitará contigo.

Parou de falar, acendeu outro cigarro e fumou como se eu não estivesse ali, depois disse: Aliás, meu caro, você está em débito comigo, lembra da flecha quente que atravessou o pé de F? –  de súbito acendeu o sinal de alerta em mim – Pois bem,  três dia antes um èbo[12] foi arriado para encurta o Èmi dele (você já sabe quem foi e o porque), e eu já estava pronto para tocá-lo e ceifá-lo para Òrun, mas você interveio e seu Compadre desviou a seta quente, agora você está em débito comigo.

Não sabia o que responder, então disse a primeira coisa que me surgiu a mente ...Mas ela estava destinado a “coçar os cabelos brancos[13]”, então não foi uma intervenção foi um retorno ao Destino... - Oníkó me olhou friamente e disse: como você tem tanta certeza, por acaso você é Babalawo de Ifá? – Engoli em seco, o que poderia dizer.

Ele retornou a serenidade de antes, terminou o cigarro, suspirou e arrematou: Odú de Ori é coisa que somente Olórun designa, cada ser humano tem seu próprio Odú e, portanto seu Destino - Oníkó me olhou profundamente nos olhos e perguntou: Valeu apena sua intercessão? “ 

Fez uma pausa e continuouaprenda quando se trás carne de elefante sobre a cabeça, não se deve vasculhar o buraco de um grilo com o pé[14]

Ele me deu tempo suficiente de absorver o impacto daquele ditado ioruba e prosseguiu -  . Tudo tem um preço a ser pago, minha viagem de Òrun até Àiyé não pode ser em vão...

Me olhou nos olhos e sentenciou: ore ni baba ti ẹbọ[15].

Estendeu a mão pegou o controle remoto desligou a tv e com ar sério prosseguiu - Enia lásán po ju igbe[16]- O papo começava a ficar pesado, o clima começava a mudar, eu sentia uma áurea sombria se abatendo sobre o local,  Oníkó percebeu e retomou as rédeas da conversa e largou - “Àiyé Atí Ikú Okan Náa Ni[17]".

Ficamos em silencio alguns segundos que pareciam intermináveis – finalmente ele diz: Você pode trazer outra Spirit? confesso que sua cerimônia dessa fez teve o efeito devastador, pois a meu ver, quebrava de vez o que restava do clima de cordialidade que ele havia estabelecido - eu aluno e ele professor – fui num pé e voltei noutro, ofereci uma das latinhas – havia pegado duas abrimos quase que ao mesmo tempo e instintivamente ambos fomos com as mãos em direção à carteira de cigarros, a coisa foi tão automática que explodimos em risadas daquela situação. Fumamos, bebemos, em silencio, ambos com cara de paisagem.

Oníkó disse então: Não se preocupe, não vim lhe cobrar, pelo menos agora, irei acumular muitas milhas no seu ebócard, pois lhe conheço tão bem, que sei que você fará outras vezes uso dele, mas lhe adianto logo, aprenda: quem é, de onde veio, qual a sua origem, qual o seu destino.

Ele soltou um suspiro, depois dois e três, e para finalizar sentenciou – Você nunca se perguntou por que no merindilogun[18] sai muito Eguns[19] no seu Caminho? já estou cansado desta rotina... Quem me deve paga, para bom entendedor meia palavra basta.....”Elejo kì ímo ejo ro l'ebi k'ó pe lorí ìkúnle[20].

.... acordei no meu quarto sobressaltado, tinha sido apenas um sonho...
Meu pequeno Lobo ainda estava ali ao meu lado, acariciei sua pele canela, rocei meus lábios levemente em sua testa e vi que dormiu o sono dos justo...
levantei, fui até a sala, acendi a luz, peguei um cigarro,  e para minha surpresa, haviam cinco latinhas vazias de Spirit sobre o banquinho plástico e conclui..
.......A outra ver bicho, essa porra vê é espirito mesmos... 
...............................................ALEA JACTA EST......
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Dedicado a Duncan, que com sua simplicidade, sobre remexer a brasa quase extinta debaixo da camada de cinzas de meu coração... Bênçãos e Maldições no X.... Asè ò...




[1] Ikú Oníkó é um servente de Olórun, sendo criado para trazer de volta à alma do viajante a cidade do céu”. 
[2] Ikú palavra da língua yoruba que significa morte, identificado no jogo do merindilogun pelo odu owarin. É o único Orixá que incorpora em toda cabeça humana. Foi permitido e abençoado por Olodumare a conduzir o ciclo da criação. Designado a vir todos os dias ao Aiye escolher homens e mulheres a ser reconduzidos ao Orum, retirando o emi (sopro da vida), condição imposta para a renovação da existência. Sua celebração no ritual do Axexê comemora a volta do homem ao todo primordial, reafirmando o grande mistério e possibilitando outras vidas. Os vestes brancos neste ritual simboliza a verdade absoluta, morte e vida. kú é conhecido também como Oba Ajogun (Rei dos Ajogun) e sua esposa é chamada de Àrùn (doença).
[3] Odu é um conceito do Culto de Ifá, mas também usado no candomblé, interpretado no merindilogun, na caída de búzios. A palavra Odú vem da língua Yoruba e significa destino. Cada Homem (Ser) possui o seu destino, hora com passagem que se assemelham a de outros, mas sempre com alguma particularidade. Isso é melhor compreendido com o estudo do Odú, pois odu é o destino de cada um.
[4] emi (sopro da vida).
[5] Orun, num sentido geral, significa Céu, o lugar onde Olodumaré, os Orisás e os espíritos diversos habitam. A denominação de todos esses habitantes do Òrun é Ara Òrun, cuja principal diferença entre eles e os araàiyé (habitantes da terra) é a de que aqueles não necessitam do èmí, a respiração, para sobreviver, no dizer de J. E dos Santos – “o òrun é todo espaço abstrato paralelo ao aiyé”. Outros alegam que o Òrun é muito longe, sendo por isso que o recém-morto tem que adquirir energia, consumido a comida e a bebida oferecidas durante a s cerimônias fúnebres, antes da ida para a longa viagem. O Òrun é dividido em noves Céus de acordo com a evolução de cada pessoa. Orun Alàáfià. Espaço de muita paz e tranquilidade, reservado para pessoas de gênio brando, ou índole pacífica, bondosa, pacata. Orun Funfun. Reservado para os inocentes, sinceros, que tenha pureza de sentimento, pureza de intenções. Orun Bàbá Eni. Reservado para os grandes sacerdotes e sacerdotisas, Babalorixás, yalorixás, Ogans, Ekedes, etc. Orun Aféfé. Local de oportunidades e correção para os espíritos, possibilidades de reencarnação, volta ao Aiye. Orun Ìsòlú ou Àsàlú. Local de julgamento por Olodumare para decidir qual dos respectivos oruns o espírito será dirigido. Orun Àpáàdì. Reservado para os espíritos impossíveis de ser reparados. Orun Rere. Espaço reservado para aqueles que foram bons durante a vida. Orun Burúkú. Espaço ruim, ibonan "quente como pimenta", reservado para as pessoas más. Orun Mare. Espaço para aqueles que permanecem, tem autoridade absoluta sobre tudo o que há no céu e na terra e são incomparáveis e absolutamente perfeitos, os supremos em qualidades e feitos, reservado à Olodumare, olorun e todos os orixás e divinizados. Alguns dos òrun relacionados se equivalem pela finalidade que possuem.  O Òrun para onde iremos após a morte é baseado nos atos praticados na terra e devidamente registrados no orí inú, que retorna para Olódùmarè. 
[6] Ifá (em yoruba: Ifá) é o nome de um oráculo africano. É um sistema divinatório que se originou na África Ocidental entre os yorubás, na  Nigéria. É também designado por Fa entre os Fons e Afa entre os Ewés. Não é propriamente uma divindade (orixá), é o porta-voz de Orunmilá e dos outros orixás. Orunmilá, muitas vezes é designado como Orixá do destino na cultura africana Yorubá..
[7] Àiyé é o mundo fisico. Segundo Ifá Órun (céu) ou outro-mundo é nossa origem, de onde partimos em viajem ao mundo (Àiyé) e dependendo de nossas ações, poderemos regressar ao Orun para podermos ser lembrados, e após retornarmos ao Àiyé, isso tudo julgado aos pés de Olorun. 
[8] Babalawo (em yoruba: bàbáláwo pronúncia babalauo) significa "pai ou senhor dos segredos ou pai, no conhecimento das coisas materiais e espirituais” é o nome dado aos sacerdotes exclusivos de Orunmilá-Ifá do Culto de Ifá na religião yoruba, das culturas Jeje e Nagô. Estes não necessariamente entram em transe, sua função principal é a iniciação de outros babalawos, a preservação do segredo e transmissão do conhecimento do Culto de Ifá para os iniciados. 
[9] Onípìpín Orun é quem mantém o registro do instante em que as pessoas devem regressar ao Òrun, informando a Ikú, que deve ir ao Áiyé e trazer o viajante de volta
[10] Toda religião encara isto: Nascimento, Vida e Morte (Ìbí, Ìyé, Àti Ikú), o Pós-Vida (Iyè Lébìn Kú), o Julgamento Divino (Ìdájó ti Olórun) e o possível retorno em outra vida, sucessivamente (Àtúnwa). 
[11] Orun, o céu e também conhecido como “além” é o nosso lugar de origem e onde devemos regressar, ao contrário do pensamento cristão que o céu é o melhor lugar, dentro da nossa cultura Yorùbá, a melhor coisa é estar vivo, portanto o Àiyé (terra) é o melhor lugar para vivermos. Nossa cultura é totalmente baseada na reencarnação.  O fato dos humanos poderem escolher o seu destino não se limita em saber quando de seu regresso a seu criador, ou seja, a o seu local de origem.
[12] Ebó (do iorubá ẹbọ, oferta ou oferenda[) é uma oferenda das religiões afro-brasileiras dedicada a algum orixá, podendo ou não envolver o sacrifício animal.
[13] Ditado popular que quer dizer viver muitos anos até a velhice.
[14] Ditado Popular Ioruba que significa: Não se deve arriscar a perder algo importante para algo que não é.
[15] Bondade é o pai do sacrifício.

[16] As pessoas más são comuns como os arbustos.

[17] Vida e morte: Ambas são Idênticas.

[18] Caída dos búzios no Jogo de Ifá.
[19] Os mortos, as almas dos mortos.

[20] Aquele que admite suas faltas não as paga por muito tempo.


4 comentários:

Rafael Lupus disse...

Mo kí o!
Ọkàn ríran ju ojú lọ
Belos escritos Irmão!
Obrigado pelos sábios ensinamentos.
Asè!

Rodrigo Fonseca disse...

Ótimos texto meu amigo.
Vida e morte são forças que convivem juntas e juntas se misturam, transformam e criam.
Em nosso caminho, poucas pessoas param para refletir sobre a morte, muitas até evitam falar a respeito, qndo a atitude deveria ser o contrário. Morte e vida constituem a Alquimia definitiva, aquela que toda a natureza está sujeita, sem a qual não ha magia.
Bora refletir...

Abraços/Bençãos/Axé/Saudaçoes/Namaste hehehe

Indiozinho Indio disse...

Parabens ao parente com sábias experiências
Gostei dos ditados

Indiozinho Indio disse...

Parabéns ao parente com suas sábias experiências
Gostei dos ditados